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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O poder das balzaquianas



Texto Maria Christina Mendes Caldeira

O detalhe pode parecer tênue no jogo eleitoral, mas fornece pistas para o deslocamento das peças no tabuleiro do pleito. Se alguém, de maneira abrupta, pinçar do colete a informação de que as balzaquianas poderão decidir o destino da campanha presidencial deste ano, não será levado a sério ou, com certa boa vontade da audiência, passará por questionamentos. Pois bem, as mulheres, especialmente as de 35 anos ou um pouco mais, consagradas na literatura por Honoré de Balzac, por meio do clássico A Mulher de 30 anos, constituem hoje 30,3% do eleitorado brasileiro. Se agregarmos ao número outra ordem de grandeza – o fato de que as mulheres superam os homens no conjunto eleitoral em cerca de 5 milhões de votos (68 milhões a 63 milhões) -, reforçamos a credibilidade da hipótese, ainda sob o endosso de quadros técnicos do IBGE. Maduras, realistas e vividas, as balzaquianas – termo não mais pejorativo -, com senso crítico, firmeza e capacidade realizadora, serão o passaporte para o ingresso dos candidatos no coração e na mente do eleitor.

O detalhe mostra, no entorno, um conjunto de variáveis cujo alcance certamente será absorvido pelas estratégias das campanhas. A começar pelo rearranjo da pirâmide social. O conjunto eleitoral brasileiro atravessa um processo de envelhecimento e feminidade. As estatísticas mostram que as mulheres apresentam menores taxas de mortalidade, vivendo mais que os homens. Na esteira da constatação emerge a indicação de que as mulheres decidirão o destino dos candidatos.

Não se trata apenas de numerologia, mas de evidência histórica. Veja-se o caso de Lula. Ganhou duas eleições – 2002 e 2006 – no segundo turno. Mas a vitória poderia ter sido já no primeiro turno, tivesse obtido votação expressiva das mulheres. No primeiro, disputando com Serra, teve 10% a menos de votos das mulheres e, no segundo, enfrentando Alckmin, registrou quatro pontos a menos. Aliás, Luiz Inácio alcançou desempenho menor entre o eleitorado feminino em todos os cinco pleitos disputados. O PT sempre teve dificuldades, ao longo das campanhas, em conquistar as eleitoras, situação que se repete na performance de Serra e Dilma junto a esse eleitorado: 42% a 25%, segundo pesquisa Datafolha, e 34% a 27%, na pontuação do Vox Populi. É bem verdade que a distância se estreita nos bolsões atendidos por programas assistencialistas, particularmente no Nordeste, onde se verifica a maior aprovação ao governo Lula.

Existiria explicação para a preferência das mulheres por um candidato do sexo masculino? A causa mais plausível aponta para o caráter conservador do eleitorado. Por mais que se registrem extraordinários avanços da condição feminina, com a criação de instrumentos efetivos em sua defesa – Secretaria Especial de Políticas para a Mulher, Lei Maria da Penha, delegacias, varas e juizados especiais da mulher -, a mulher ainda é vítima de muita discriminação. O discurso por igualdade de direitos tem sido forte, mas a ação é tênue.

À índole conservadora da sociedade pode ser debitado também o fato de as mulheres terem 30% a mais de horas em educação e 27% a menos de salários em relação aos homens. O conservadorismo se espraia pela esfera política. Em 2008 o Brasil despontava em penúltimo lugar no ranking da participação feminina nos Parlamentos da América do Sul. Por aqui, tem sido difícil preencher a cota de 30% de vagas destinadas às mulheres. Mesmo assim, vale registrar que, em 2006, Heloísa Helena obteve 6,5 milhões de votos no pleito presidencial. E, este ano, pela primeira vez na história, duas candidatas de porte e visibilidade entrarão na grande corrida.

Ao lado do conservadorismo, responsável pela distância entre os gêneros no âmbito do trabalho, a mulher agrega atributos particulares, como acuidade no exame das situações, rigor nas escolhas e observação atenta de fatos. E, sobretudo, atenção para os detalhes. Não quer perder o voto. Por isso, tende a deixar a escolha para os momentos finais. O que ela enxergaria, por exemplo, em Serra ou em Dilma? Possivelmente estes traços: o ex-governador como um médico vestido de branco, botando remédio genérico na caixinha de socorro. O trabalho do ex-ministro da Saúde do presidente Fernando Henrique continua a ser bem lembrado pelas donas de casa, zeladoras da saúde da família. Da ex-ministra da Casa Civil a identidade ainda é um ente difuso, repartindo-se entre matéria energética, canteiros de obras espalhados pelo País, jeito durão e “Dilma do Chefe” (com a fonética nordestina se confundindo com Rousseff). Ou seja, o economista paulista, de expressão técnica, José Serra se humaniza e vira o chefão do clã, e a também economista mineira/gaúcha tem sua humanidade encostada no ombro do paizão do País, Luiz Inácio.

Nem por isso se pode afirmar que o sufrágio feminino convergirá totalmente na direção do perfil masculino. A possibilidade estará condicionada à geografia eleitoral. No Sudeste, por exemplo, pesquisas dão conta de eleitoras mais simpáticas à Serra. Já na região nordestina, a gratidão deverá encher as urnas de Dilma com votos de mulheres.

Convém relembrar que nenhuma eleição é igual às outras. Personagens (incluindo chefes políticos), estruturas partidárias, discursos e circunstâncias terão sua relativa influência nos conjuntos eleitorais. Ademais, o pleito contará com um diferencial de peso: é a primeira eleição em 20 anos sem Lula como candidato. O fim do ciclo lulista propiciará um olhar atento sobre os atores. Por parte do eleitorado feminino esse olhar será ainda mais seletivo. Donde se extrai a inferência final: as mulheres, principalmente as balzaquianas, darão as boas vindas a Serra ou a Dilma para uma estadia de quatro ou oito anos no Planalto ou um bom tempo de férias na planície.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Carta: instituto paulista manipula voto para Serra


Saiu na CartaCapital:

No Rio Grande do Sul, manipulação de pesquisa


Lucas Azevedo


O Ministério Público Eleitoral (MPE) do Rio Grande do Sul investiga a suposta manipulação de uma pesquisa sobre intenção de voto para a Presidência da República, em Porto Alegre. Caso seja confirmada a indução, ficará configurado crime eleitoral.
Uma servidora pública da Capital gaúcha denunciou a prática no final da semana passada. Segundo ela, entrevistadores, que se identificam apenas como “uma empresa de pesquisas de São Paulo”, abordam eleitores no centro da cidade questionando sua intenção de voto. Dependendo da resposta, o entrevistado é convidado a assistir vídeos dos candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), para, a seguir, iniciar a pesquisa. Ao término, o consultado recebe uma caixa de bombom como “brinde”.
O MPE destacou um funcionário para investigar a denúncia. Segundo seu levantamento, o entrevistado é posto para assistir sete peças publicitárias que expressariam uma imagem negativa de Dilma. Após a sessão, o entrevistador pede que o consultado reflita sobre o que viu antes de responder à pesquisa.
Na sexta-feira 20, a Polícia Federal (PF) e o MPE cumpriram mandados de busca e apreensão na sala comercial onde os vídeos são exibidos. Dois computadores, documentos e três caixas de bombom foram apreendidos.
De acordo com uma fonte da investigação que teve acesso às provas, mas pediu para não ser identificada, a ação tem o objetivo claro de “turbinar uma pesquisa” pró-Serra.
Segundo o Promotor Eleitoral Ricardo Herbstrith, durante esta semana as provas serão analisadas para verificar se há, de fato, a manipulação para os resultados. Mas adianta: “Os vídeos exibidos efetivamente induzem o eleitor”.
Hoje o MPE recebeu autorização da Justiça Eleitoral para requerer a instauração de um inquérito à PF. A empresa de São Paulo que contratou pessoal em Porto Alegre já foi identificada. Agora, caberá aos agentes federais apurar quem procurou o escritório paulista e de que forma o levantamento foi requerido.


http://www.conversaafiada.com.br/politica/2010/08/25/carta-instituto-paulista-manipula-voto-para-serra/

Mulher do Serra Declara:



Para mulher de Serra, “Bolsa Família” é o “Bolsa Vagabundagem”


http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/08/23/para-mulher-de-serra-%E2%80%9Cbolsa-familia%E2%80%9D-e-o-%E2%80%9Cbolsa-vagabundagem%E2%80%9D/

É uma questão de hábito.


É uma questão de hábito.

Ele já tomou o programa das AIDS do Jatene.

E os genéricos do Jamil Haddad.

É o tal negócio: quem não tem idéias próprias …

Como perguntou o filosofo Paulo Arantes numa sabatina da Folha (*) ; o que pensa esse rapaz (Serra) ?

Nada.

Em tempo: o ministro serrista Nelson Jobim disse que o Serra foi o melhor Ministro da Saúde da História. Precisa combinar com o Jatene e o Haddad.

Em tempo2: o Serra já mandou o diploma de economista à Dra. Cureau, do TSE ?



Paulo Henrique Amorim



(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

Burburinho: Serra quer tomar outra do Adib Jatene

O Conversa Afiada reproduz e-mail de Stanley Burburinho, implacável reparador de iniquidades (quem será Stanley Burburinho ?):

Posso estar enganado, mas acho que o Serra está querendo dar mais uma volta no Dr. Adib Jatene. Vejam abaixo:

1 – José Serra acusou ontem o governo federal de querer acabar com projetos que, segundo ele, tinham a sua marca. Como exemplo, ele citou o fim do cartão SUS, programa iniciado quando foi ministro da Saúde na gestão de Fernando Henrique Cardoso:

“publicado em 09/07/2010 às 19h30:

Serra acusa PT de querer tirar sua marca do governo

Tucano citou como exemplo o cartão SUS, programa que ele iniciou quando foi ministro

Thiago Faria, enviado do R7 a Vila Velha (ES)

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, acusou nesta sexta-feira (9) a gestão do PT no governo federal de querer acabar com projetos que, segundo ele, tinham a sua marca. Como exemplo, ele citou o fim do cartão SUS, programa iniciado quando foi ministro da Saúde na gestão de Fernando Henrique Cardoso.

O tucano responsabilizou a petista Dilma Rousseff, sua adversária na corrida pela Presidência, pelo fim do programa. Segundo ele, a ex-ministra da Casa Civil “nem sabia o que era o programa”. Serra também atacou o PT, dizendo que o partido age na base do “quanto pior, melhor” contra a oposição.

- O PT no governo abandonou isso [cartão SUS], e hoje ela [Dilma] põe a culpa no Temporão [José Gomes Temporão, ministro da Saúde]. Ora, mas a Dilma era a administradora do governo, não é assim que ela se apresenta? A responsabilidade era dela.

(…)
http://noticias.r7.com/brasil/noticias/serra-acusa-pt-de-querer-tirar-sua-marca-do-governo-20100709.html

2 – Mas, segundo a portaria do Ministério da Saúde, Nº 2.203 de 5 de novembro de 1996, o ministro na época da aprovação da redefinição do modelo de gestão do SUS era o Adib Jatene que assinou a portaria e não o Serra:

Ministério da Saúde – Gabinete do Ministro
PORTARIA Nº 2.203, DE 5 DE NOVEMBRO DE 1996.

O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições, e considerando que está expirado o prazo para apresentação de contribuições ao aperfeiçoamento da Norma Operacional Básica – NOB 1/96 do Sistema Único de Saúde (SUS), o qual foi definido pela Portaria nº 1.742, de 30 de agosto de 1996, e prorrogado por recomendação da Plenária da 10ª Conferência Nacional de Saúde, resolve:

Art. 1º Aprovar, nos termos do texto anexo a esta Portaria, a NOB 1/96, a qual redefine o modelo de gestão do Sistema Único de Saúde, constituindo, por conseguinte, instrumento imprescindível à viabilização da atenção integral à saúde da população e ao disciplinamento das relações entre as três esferas de gestão do Sistema.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

ADIB D. JATENE

ANEXO
(…)
9. BASES PARA UM NOVO MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE
(…)
A composição harmônica, integrada e modernizada do SUS visa, fundamentalmente, atingir a dois propósitos essenciais à concretização dos ideais constitucionais e, portanto, do direito à saúde, que são:
(…)
Cada sistema municipal deve materializar, de forma efetiva, a vinculação aqui explicitada. Um dos meios, certamente, é a instituição do cartão SUS-MUNICIPAL, com numeração nacional, de modo a identificar o cidadão com o seu sistema e agregá-lo ao sistema nacional. Essa numeração possibilita uma melhor referência intermunicipal e garante o atendimento de urgência por qualquer serviço de saúde, estatal ou privado, em todo o País. A regulamentação desse mecanismo de vinculação será objeto de discussão e aprovação pelas instâncias colegiadas competentes, com conseqüente formalização por ato do MS.
(…)
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/1996/prt2203_05_11_1996.html

A partir de dica do John Doe

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

AUSÊNCIA DO ESTADO SUCATEIA O SAMU

22/08/2010 - SAÚDE - Por: Carol Scorce (carol@abcdmaior.com.br)


Sem suporte dos governos Alkcmin e Serra, municípios têm de complementar verba para serviço funcionar
Um dos principais programas de saúde para o atendimento a urgências, o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) passa atualmente por um processo de desgaste na Região. O financiamento total do serviço, de acordo com a resolução da União, deve ser tripartite: 50% do governo federal, 25% do governo estadual e 25% do município. No entanto, o estado de São Paulo, nas gestões Geraldo Alkcmin e José Serra, é o único do País que não faz o repasse para as cidades, transferindo a responsabilidade às prefeituras.

No ABCD, quatro cidades possuem centrais do Samu: Santo André, São Bernardo, Mauá e Diadema. Em Mauá, as duas unidades de atendimento intensivo e mais cinco ambulâncias de atendimento básico, além da central de regulação, atendem também Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, num gasto mensal de R$ 480 mil. Desses, R$ 137 mil vêm do governo federal, e os R$ 343 mil restantes, que representam mais da metade dos recursos, são desembolsados pelo próprio município. São atendidos mensalmente nas três cidades cerca de 1.400 pessoas. Procurada, a Prefeitura de Mauá não comentou o fato de ter de desembolsar verba da cidade com Rio Grande e Ribeirão Pires.

Em Diadema, a realidade é a mesma. O custo para manter o serviço funcionando é de R$ 350 mil, e o município pode contar apenas com o repasse federal de R$ 95 mil. A média mensal de atendidos beira os 3 mil. Desde 2003, quando o programa foi criado, além da ausência do governo estadual, houve aumento de custo para a manutenção dos equipamentos e, ao mesmo tempo, não houve reajuste dos valores pré-estipulados pela União, deixando ainda mais critica a situação dos municípios.

“Cada dia que passa fica mais claro que o Samu é um serviço essencial. Na Região Metropolitana, as causas violentas, como homicídio, acidente de trânsito, estão entre os principais motivos de mortes. Chegando em tempo, o Samu salva essas vidas. E, de fato, a situação financeira dos municípios é alarmante. Gradativamente a qualidade do serviço do Samu fica comprometida: as ambulâncias começam a quebrar porque não são mais tão novas, os salários dos funcionários ficam defasados”, afirmou a secretária de Saúde de Diadema, Aparecida Pimenta, acrescentando que a verba que deixa de vir do Estado poderia ser empregada em campanhas de prevenção.

De acordo com o coordenador de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde, Clésio Mello de Castro, o governo do Estado de São Paulo sequer sentou com municípios e ministério para discutir o convênio, e nunca justificou a ausência.

“Quando São Paulo se retira do programa não deixa somente de dar suporte financeiro aos municípios, que é também sua responsabilidade, mas também deixa de organizar o sistema de atendimento a urgências. Os municípios se organizam sozinhos, fazem parcerias nem sempre muito vantajosas com os vizinhos para não ficar sem o programa. Tudo isso dificulta muito. A reclamação dos prefeitos do ABCD de que o serviço aí está perdendo a qualidade é antiga, e não é só aí, é em todo o Estado. A situação só pode ser contornada se o governo estadual assumir o papel que é dele”, disse Castro.

Também por essa falta de organização, São Bernardo, município do ABCD que mais recebe chamados, com atendimento mensal de quatro mil pessoas, aderiu ao serviço apenas em 2008. Hoje a Prefeitura tem de desembolsar mensalmente R$ 226 mil para que ambulâncias e central continuem operando. A cidade conta com 10 ambulâncias de suporte básico, duas unidades de suporte avançado, duas ambulâncias de reserva técnica e duas motolâncias.

Como funciona - Ao Ministério da Saúde, cabe incentivar a adesão dos estados e municípios e tornar possível a aplicação desta política, fornecendo instrumentos para que ela seja efetivada. Também cabe ao ministério avaliar os projetos e habilitar os municípios, além de comprar as ambulâncias e demais equipamentos, repassando valor mensal equivalente a 50% do valor total de custeio para o funcionamento do serviço SAMU/192. Os estados e/ou municípios ficam encarregados, entre outros, pela contratação e capacitação dos recursos humanos e responsáveis pela definição de planos de cargos e salários, além do custeio dos 50% restantes.

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http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=23150

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

"Os maiores engodos do PSDB em conluio com a prefeitura local"

"... Estes projetos do VLT, da Ponte Santos-Guarujá e, ainda incluindo o túnel que ligaria a Zona Noroeste a Zona Leste de Santos, como mais uma alternativa ao trânsito da região, são os maiores engodos do PSDB em conluio com a prefeitura local tanto quando Beto Mansur quanto agora com o Papa. É só para enganar o povo. O tal VLT chegou a ter maquete, montagem gráfica e outros bichos mostrado em TV fazendo parte da campanha do Papa para prefeitura. Eu só espero que o povo, que está acordando mais, não caia nesta mentira e mostre nas urnas quem merece a oportunidade de realmente mudar.

A medida que as pesquisas apontarem a vitória de Dilma (mais ainda do que acreditamos) um argumento de bom tom ao eleitorado é a sincronia que teremos entre o governo do Estado e o Federal. Não podemos perder com a pilantragem do PSDB. Ainda mais como funcionário público estadual, não posso acreditar na possibilidade de mais 4 anos com PSDB no poder estadual. MERCADANTE NELES! "...

http://redeptsp.com.br/members/isael/