22/08/2010 - SAÚDE - Por: Carol Scorce (carol@abcdmaior.com.br)
Sem suporte dos governos Alkcmin e Serra, municípios têm de complementar verba para serviço funcionar
Um dos principais programas de saúde para o atendimento a urgências, o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) passa atualmente por um processo de desgaste na Região. O financiamento total do serviço, de acordo com a resolução da União, deve ser tripartite: 50% do governo federal, 25% do governo estadual e 25% do município. No entanto, o estado de São Paulo, nas gestões Geraldo Alkcmin e José Serra, é o único do País que não faz o repasse para as cidades, transferindo a responsabilidade às prefeituras.
No ABCD, quatro cidades possuem centrais do Samu: Santo André, São Bernardo, Mauá e Diadema. Em Mauá, as duas unidades de atendimento intensivo e mais cinco ambulâncias de atendimento básico, além da central de regulação, atendem também Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, num gasto mensal de R$ 480 mil. Desses, R$ 137 mil vêm do governo federal, e os R$ 343 mil restantes, que representam mais da metade dos recursos, são desembolsados pelo próprio município. São atendidos mensalmente nas três cidades cerca de 1.400 pessoas. Procurada, a Prefeitura de Mauá não comentou o fato de ter de desembolsar verba da cidade com Rio Grande e Ribeirão Pires.
Em Diadema, a realidade é a mesma. O custo para manter o serviço funcionando é de R$ 350 mil, e o município pode contar apenas com o repasse federal de R$ 95 mil. A média mensal de atendidos beira os 3 mil. Desde 2003, quando o programa foi criado, além da ausência do governo estadual, houve aumento de custo para a manutenção dos equipamentos e, ao mesmo tempo, não houve reajuste dos valores pré-estipulados pela União, deixando ainda mais critica a situação dos municípios.
“Cada dia que passa fica mais claro que o Samu é um serviço essencial. Na Região Metropolitana, as causas violentas, como homicídio, acidente de trânsito, estão entre os principais motivos de mortes. Chegando em tempo, o Samu salva essas vidas. E, de fato, a situação financeira dos municípios é alarmante. Gradativamente a qualidade do serviço do Samu fica comprometida: as ambulâncias começam a quebrar porque não são mais tão novas, os salários dos funcionários ficam defasados”, afirmou a secretária de Saúde de Diadema, Aparecida Pimenta, acrescentando que a verba que deixa de vir do Estado poderia ser empregada em campanhas de prevenção.
De acordo com o coordenador de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde, Clésio Mello de Castro, o governo do Estado de São Paulo sequer sentou com municípios e ministério para discutir o convênio, e nunca justificou a ausência.
“Quando São Paulo se retira do programa não deixa somente de dar suporte financeiro aos municípios, que é também sua responsabilidade, mas também deixa de organizar o sistema de atendimento a urgências. Os municípios se organizam sozinhos, fazem parcerias nem sempre muito vantajosas com os vizinhos para não ficar sem o programa. Tudo isso dificulta muito. A reclamação dos prefeitos do ABCD de que o serviço aí está perdendo a qualidade é antiga, e não é só aí, é em todo o Estado. A situação só pode ser contornada se o governo estadual assumir o papel que é dele”, disse Castro.
Também por essa falta de organização, São Bernardo, município do ABCD que mais recebe chamados, com atendimento mensal de quatro mil pessoas, aderiu ao serviço apenas em 2008. Hoje a Prefeitura tem de desembolsar mensalmente R$ 226 mil para que ambulâncias e central continuem operando. A cidade conta com 10 ambulâncias de suporte básico, duas unidades de suporte avançado, duas ambulâncias de reserva técnica e duas motolâncias.
Como funciona - Ao Ministério da Saúde, cabe incentivar a adesão dos estados e municípios e tornar possível a aplicação desta política, fornecendo instrumentos para que ela seja efetivada. Também cabe ao ministério avaliar os projetos e habilitar os municípios, além de comprar as ambulâncias e demais equipamentos, repassando valor mensal equivalente a 50% do valor total de custeio para o funcionamento do serviço SAMU/192. Os estados e/ou municípios ficam encarregados, entre outros, pela contratação e capacitação dos recursos humanos e responsáveis pela definição de planos de cargos e salários, além do custeio dos 50% restantes.
-------------
http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=23150
Candidato FICHA LIMPA Por mais qualidade na Educação, Por mais SEGURANÇA, Por melhoria no Transportes e reativação do transporte de passageiros entre a Estação da Luz e Paranapiacaba, Por mais Habitação de qualidade, Pela Preservação do Meio Ambiente, Pela Preservação do Parque Guaraciaba, Pelo respeito ao ser humano, pelos Idosos, pelas Pessoas com necessidades especiais, Pela instalação de Clínicas exclusivas para Tratamento da Mulher com dependência Química, Pelos direitos da MULHER,
Pesquisar este blog
Mostrando postagens com marcador 44156 Clóvis Cranchi Sobrinho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 44156 Clóvis Cranchi Sobrinho. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
"Os maiores engodos do PSDB em conluio com a prefeitura local"
"... Estes projetos do VLT, da Ponte Santos-Guarujá e, ainda incluindo o túnel que ligaria a Zona Noroeste a Zona Leste de Santos, como mais uma alternativa ao trânsito da região, são os maiores engodos do PSDB em conluio com a prefeitura local tanto quando Beto Mansur quanto agora com o Papa. É só para enganar o povo. O tal VLT chegou a ter maquete, montagem gráfica e outros bichos mostrado em TV fazendo parte da campanha do Papa para prefeitura. Eu só espero que o povo, que está acordando mais, não caia nesta mentira e mostre nas urnas quem merece a oportunidade de realmente mudar.
A medida que as pesquisas apontarem a vitória de Dilma (mais ainda do que acreditamos) um argumento de bom tom ao eleitorado é a sincronia que teremos entre o governo do Estado e o Federal. Não podemos perder com a pilantragem do PSDB. Ainda mais como funcionário público estadual, não posso acreditar na possibilidade de mais 4 anos com PSDB no poder estadual. MERCADANTE NELES! "...
http://redeptsp.com.br/members/isael/
A medida que as pesquisas apontarem a vitória de Dilma (mais ainda do que acreditamos) um argumento de bom tom ao eleitorado é a sincronia que teremos entre o governo do Estado e o Federal. Não podemos perder com a pilantragem do PSDB. Ainda mais como funcionário público estadual, não posso acreditar na possibilidade de mais 4 anos com PSDB no poder estadual. MERCADANTE NELES! "...
http://redeptsp.com.br/members/isael/
"O PSDB faz coisas boas para poucos''
9/08/2010 - 12h08
"O PSDB faz coisas boas para poucos'', diz Mercadante em sabatina
Do UOL Eleições Em São Paulo
O candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, voltou a ligar a sua trajetória política à do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e criticou a atuação do PSDB no Estado. “O PSDB faz coisas boas para poucos”, disse o petista na sabatina do jornal Estado de S.Paulo, nesta quinta-feira (19), em São Paulo.
Mercadante criticou a falta de investimento na área “mesmo com orçamento de 30 bilhões de reais” e propôs a distribuição de um laptop para cada professor. “Eles privatizaram a qualidade do ensino em São Paulo. (...) Não dá para continuar com essa política da aprovação automática. Tem que ter avaliação, tem que ter boletim”, disse.
Com relação aos altos preços do pedágio, o petista afirmou que, se eleito, vai rever os contratos. Ele citou a cláusula de equilíbrio nos contratos de concessão das rodovias em São Paulo como instrumento para negociar a queda dos preços.
“Nós temos espaço para renegociar. A curto prazo vamos prorrograr e reduzir tarifas. A médio prazo vamos fazer a cobrança pelo quilômetro rodado. Se todos pagarem pelo que efetivamente rodaram, isso reduz a tarifa”, disse.
Mercadante também disse que pretende criar um BNDESP, nos moldes do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), para estimular a produtividade no Estato, que segundo ele vem caindo, além de regionalizar o orçamento para valorizar o interior e investir na preparação e em inteligência policial na área de segurança pública.
Sobre as pesquisas, onde aparece em segundo atrás do candidato tucano Geraldo Alckmin, Mercadante disse acreditar em "um segundo turno". “Para mim o que vale é o clima da rua. E está muito bom, estou sentindo o apoio”.
Imagem colada à de Lula
Questionado sobre a estratégia de ligar sua imagem à do presidente Lula durante a campanha para o governo do Estado, o senador disse ser grato ao presidente e que como líder do governo no Senado foi responsável “por muitas conquistas do atual governo”.
“Qual é a grande novidade desse governo? Nós criamos um mercado interno de massa”, disse Mercadante.
Ele também comparou a participação de Lula em sua campanha com a pouca exibibição de FHC por Serra. ”Por que o Serra não mostra o Fernando Henrique no programa dele? (...) A qualidade do governo Lula é que sustenta a candidatura da Dilma. O que eu posso apresentar em São Paulo é o bom governo que fizemos no Brasil, que vai ser feito aqui”, disse.
http://eleicoes.uol.com.br/2010/sao-paulo/ultimas-noticias/2010/08/19/o-psdb-faz-coisas-boas-para-poucos-diz-mercadante-em-sabatina.jhtm
"O PSDB faz coisas boas para poucos'', diz Mercadante em sabatina
Do UOL Eleições Em São Paulo
O candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, voltou a ligar a sua trajetória política à do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e criticou a atuação do PSDB no Estado. “O PSDB faz coisas boas para poucos”, disse o petista na sabatina do jornal Estado de S.Paulo, nesta quinta-feira (19), em São Paulo.
Mercadante criticou a falta de investimento na área “mesmo com orçamento de 30 bilhões de reais” e propôs a distribuição de um laptop para cada professor. “Eles privatizaram a qualidade do ensino em São Paulo. (...) Não dá para continuar com essa política da aprovação automática. Tem que ter avaliação, tem que ter boletim”, disse.
Com relação aos altos preços do pedágio, o petista afirmou que, se eleito, vai rever os contratos. Ele citou a cláusula de equilíbrio nos contratos de concessão das rodovias em São Paulo como instrumento para negociar a queda dos preços.
“Nós temos espaço para renegociar. A curto prazo vamos prorrograr e reduzir tarifas. A médio prazo vamos fazer a cobrança pelo quilômetro rodado. Se todos pagarem pelo que efetivamente rodaram, isso reduz a tarifa”, disse.
Mercadante também disse que pretende criar um BNDESP, nos moldes do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), para estimular a produtividade no Estato, que segundo ele vem caindo, além de regionalizar o orçamento para valorizar o interior e investir na preparação e em inteligência policial na área de segurança pública.
Sobre as pesquisas, onde aparece em segundo atrás do candidato tucano Geraldo Alckmin, Mercadante disse acreditar em "um segundo turno". “Para mim o que vale é o clima da rua. E está muito bom, estou sentindo o apoio”.
Imagem colada à de Lula
Questionado sobre a estratégia de ligar sua imagem à do presidente Lula durante a campanha para o governo do Estado, o senador disse ser grato ao presidente e que como líder do governo no Senado foi responsável “por muitas conquistas do atual governo”.
“Qual é a grande novidade desse governo? Nós criamos um mercado interno de massa”, disse Mercadante.
Ele também comparou a participação de Lula em sua campanha com a pouca exibibição de FHC por Serra. ”Por que o Serra não mostra o Fernando Henrique no programa dele? (...) A qualidade do governo Lula é que sustenta a candidatura da Dilma. O que eu posso apresentar em São Paulo é o bom governo que fizemos no Brasil, que vai ser feito aqui”, disse.
http://eleicoes.uol.com.br/2010/sao-paulo/ultimas-noticias/2010/08/19/o-psdb-faz-coisas-boas-para-poucos-diz-mercadante-em-sabatina.jhtm
Assinar:
Postagens (Atom)